domingo, 12 de junho de 2011

ReciclaUEL incentiva o descarte seguro de lâmpadas

O Programa de Gestão Ambiental da UEL, ReciclaUEL, realizou no último dia 10 pela manhã no Calçadão do Campus Universitário e no pátio do Restaurante Universitário (RU), demonstrações sobre a reciclagem e o descarte correto e seguro de lâmpadas fluorescentes. Só no Campus Universitário há cerca de 10 mil lâmpadas fluorescentes instaladas em edificações, o que representa um acúmulo aproximado de 21 mil lâmpadas descartadas nos últimos anos.
 
A reciclagem é feita por meio de um sistema de trituração, filtragem e aspiração por pressão negativa. Após a descontaminação, os resíduos restantes do processo, isto é, vidro, alumínio e mercúrio terão destinação correta. A capacidade de reciclagem é em média 2.500 lâmpadas por dia. De acordo com a responsável pelo ReciclaUEL, Maria José Sartor, o objetivo da demonstração é mostrar para a comunidade universitária que a lâmpada fluorescente possui resíduos perigosos que não podem ser descartados no lixo comum, ou até mesmo na coleta seletiva.

“A lei hoje garante ao consumidor o direito de devolver as lâmpadas para o fabricante para destinação correta”, diz Maria José. Ela também ressalta que o descarte inadequado das lâmpadas usadas, além do risco de contaminação do solo e rios com mercúrio, os componentes da lâmpada usada causam cegueira e problemas neurológicos no ser humano, entre outros danos irreversíveis para a saúde.

O processo de descontaminação é feito no local da coleta por um equipamento portátil para minimizar os riscos ambientais envolvidos no armazenamento e transporte de lâmpadas fluorescentes. “Reaproveitamos o vidro e alumínio na produção de tinta reflexiva de estrada”, informa Samira Baptizaco, proprietária da empresa Bap Light, responsável pelo processo.

Fonte: Agência UEL

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ministra pede que população ajude com a coleta seletiva do lixo

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou neste domingo (5), em pronunciamento em homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que a população precisa colaborar com a coleta seletiva de lixo. A data em homenagem ao meio ambiente foi comemorada neste domingo (5).
Em pouco mais de dois minutos de pronunciamento, a ministra pediu que a população “pense junto” a questão do lixo, considerada pelo governo como “um dos mais graves problemas do planeta”. Segundo a ministra, cerca de 183 mil toneladas de lixo são produzidas por dia no Brasil, sendo que boa parte deste material não é reaproveitado.
“O Brasil deixa de ganhar R$ 8 bilhões por ano por não reciclar tudo que é possível”, disse Izabella.
A ministra pediu que a população separe o lixo úmido do lixo seco, o que, segundo ela, auxilia no trabalho dos catadores. Izabella ainda afirmou que o trabalho realizado pelos catadores, muitos reunidos em cooperativas, auxilia na geração de renda do país.
“A simples atitude de separar o lixo facilita o serviço dos catadores”, disse. (Fonte: G1)
Por: Clipping
Fonte: Ambientebrasil

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Virada Sustentável

Neste domingo, 5 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Acontecerão eventos em todo Brasil para marcar a data. Veja alguns eventos em São Paulo acenssando http://www.viradasustentavel.com/site/index.php/?page_id=4.

Por: Valdenir

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Consumo consciente: antes de jogar, reutilize os equipamentos eletrônicos

É cada vez mais comum os consumidores ouvirem de um técnico que vale mais a pena trocar um computador quebrado, por exemplo, por um aparelho novo. Isso ocorre por conta da alta na taxa cobrada pelo conserto de eletrônicos, afinal, dependendo da peça a ser trocada, o custo pode ficar próximo, igual ou até superior ao de um equipamento novo.

De acordo com levantamento feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e divulgado no dia 11 de maio, o preço de serviços livres – que inclui a manutenção de eletros – subiu 7,41% nos últimos doze meses, ao passo que o valor pago por produtos novos e a inflação geral ficaram abaixo desse índice, com 5,24% e 6,39%, respectivamente.

“O consumidor vê a possibilidade de comprar um aparelho mais moderno, com mais funções do que o anterior e muitas vezes com tecnologia de consumo eficiente de energia, o que é ótimo”, explica o diretor-presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar, porém por outro lado os equipamentos tendem a durar bem menos, afinal, “estamos na era do descartável”, ressalta.

Descarte deve ser a última opção
E importante que o consumidor esgote todas as possibilidades de reaproveitar o equipamento, inclusive considerando a questão financeira. Ao concluir que não vale mais a pena o conserto, o passo seguinte é jogá-los fora de maneira consciente.

Como usam muito plástico e metal, o descarte incorreto deles é prejudicial ao meio ambiente, já que esses itens demoram centenas de anos para se decompor.

Além disso, muitos deles têm metais pesados na sua composição. Ao serem jogados de qualquer jeito nos lixões, contaminam o solo e as águas.

Logística reversa

Segundo determinação prevista da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a logística reversa obriga os fabricantes, distribuidores e vendedores a recolher os equipamentos eletrônicos, depois de usados pelos consumidores.

Por enquanto, a obrigatoriedade da lei não entrou em vigor, mas já existem diversos serviços de coleta desse tipo de material, sem gastos para o consumidor de diversos cantos do Brasil.

Por exemplo, os moradores do estado de São Paulo, contam com a ferramenta virtual “E-lixo Maps”, que mostra os locais de coleta próximo da casa do consumidor. Para isso, basta fornecer o CEP no portal do programa.

Dicas para o uso consciente

O Akatu separou algumas sugestões que ajudam o consumidor a ter uma gestão saudável do lixo eletrônico:
  • Prefira empresas que se preocupam com os impactos dos produtos, assim você valoriza as boas práticas e estimula as companhias a manterem essa conduta, incentivando outras a fazerem o mesmo.
  • Pense duas vezes antes de trocar: ela é realmente necessária? No caso do computador, às vezes, basta um upgrade. Outra dica é tentar consertar o computador, ao invés de trocá-lo diante do primeiro problema apresentado. Pondere se a troca não será apenas por questões estéticas, ou se de fato um mais moderno atenderá suas reais necessidades.
  • Lugar de eletrônico não é no lixo! As grandes operadoras de telefonia, por exemplo, já recolhem o aparelho celular velho em lojas espalhadas pelo País. No caso de computadores e outros eletrônicos, o consumidor deve procurar alguma empresa que faça reciclagem dos equipamentos.

    Caso não encontre uma empresa, você pode fazer a reciclagem dos eletrônicos doando a ONGs que trabalham com inclusão digital ou entidades que aceitem doações de equipamentos antigos.
Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O que fazer com o pó de café usado

O cafezinho é um hábito do brasileiro. Mas o que fazer com a borra que sobra no filtro? Dicas simples e criativas são alternativa para que o pó de café usado não entre, literalmente, pelo cano
 
O que você faz com o pó de café usado? Muitas pessoas jogam no ralo da pia ou no lixo mesmo. Porém, existem maneiras mais ecológicas (e criativas) de se “livrar” do problema. Confira algumas delas:

Combate à dengue: pode-se colocar o pó usado nos vasos de plantas sem medo de matá-las, uma vez que a borra de café é empregada até como adubo. O desenvolvimento do Aedes (transmissor da dengue) passa por 4 fases: ovo, larva, pupa e mosquito. Ao ingerir a borra, a lava é intoxicada e morre. Isso impede que o Aedes atinja a fase adulta, que é quando transmite a doença. 

Massa para Modelar: As férias escolares chegaram. Um bom destino para pó de café usado é transformá-lo em massa de modelar para distrair a criançada. Veja a receita:

Dicas domésticas: Para tirar cheiro de alho das mãos, esfregue pó de café usado nelas, lavando-as em seguida, sem esfregar uma mão na outra.

Aproveite o pó de café usado para lavar galheteiros e vidros de azeite. Ele também é bom para lavar e clarear pias brancas.

Depois da faxina, esfregue um pouco de pó de café usado nas mãos, para deixá-las claras e macias.

Vestuário: Uma xícara de café pode se transformar em duas camisetas A Singtex Industrial Co, de Taiwan, desenvolveu uma linha de roupas a partir de pó de café usado. A empresa tem parceria com a rede de cafeterias Starbucks, de onde recolhe de 300 a 400 quilos de borra por mês. O produto ganha das roupas normais em proteção UV, controle de odores e secagem mais rápida.

Biodesel: Cientistas da Universidade de Nevada, nos EUA, informaram que é possível fabricar óleo combustível a partir de pó de café usado. Além do baixo custo (1 dólar por galão), a queima do biodiesel de café deixa um aroma inconfundível no ar.

Tinta de impressora: Imagina nunca mais ter que sofrer com a falta de tinta em seu cartucho na hora de imprimir aquele documento ou trabalho de última hora. Isso já é possível graças ao invento do coreano Jeon Hwan. Batizada de RITI Coffee, a impressora usa pó de café ou resto de chá como tinta. Veja como funciona:
J O G O S
Excell Jogo